Da ferramenta à intencionalidade.
Aprenda a integrar Inteligência Artificial à sua prática pedagógica com criticidade, segurança e intencionalidade — do planejamento à criação de experiências de aprendizagem.
Vagas limitadas para a primeira edição.
Professores usam.
Estudantes usam.
Escolas discutem como usar.
E, enquanto novas ferramentas surgem praticamente todos os dias, uma pergunta continua sendo mais importante do que conhecer a IA da vez:
Como utilizar Inteligência Artificial de forma pedagogicamente intencional?
Na formação IA na Prática Docente, vamos compreender a tecnologia e transformá-la em uma possibilidade pedagógica — e não em um fim em si mesma.
Você não precisa conhecer todas as ferramentas de IA. Precisa saber quando, por que e como utilizá-las para ensinar.
Partimos de perguntas como:
A parte prática da formação é baseada em homologia de processos: algumas das estratégias que poderão ser utilizadas posteriormente com os estudantes serão primeiro experimentadas pelo próprio professor durante a formação.
A proposta não é assistir alguém utilizando IA. É experimentar, refletir sobre as decisões pedagógicas envolvidas e reconstruir a experiência para o próprio contexto.
Antes da ferramenta existe uma decisão pedagógica.
Você vai desenvolver uma experiência de aprendizagem com Inteligência Artificial, relacionada à sua disciplina, área ou contexto educacional — respondendo:
Você termina a formação não apenas conhecendo novas ferramentas, mas desenvolvendo critérios para continuar aprendendo e fazendo suas próprias escolhas mesmo quando as tecnologias mudarem.
Não é necessário conhecimento técnico prévio.
Sou pedagoga e atuo há mais de uma década com Tecnologia Educacional, formação docente e integração de tecnologias digitais aos processos de ensino e aprendizagem.
Ao longo dessa trajetória, acompanhei professores, desenvolvi formações, participei da implementação e governança de tecnologias educacionais e liderei projetos voltados à inovação e ao desenvolvimento da cultura digital em instituições de ensino.
Minha relação com a Inteligência Artificial parte da mesma perspectiva que orienta meu trabalho com Tecnologia Educacional:
A ferramenta nunca deveria vir antes da intenção pedagógica.
Por isso, esta formação não nasceu para apresentar uma coleção de IAs ou ensinar fórmulas prontas de prompts. Ela nasce da prática e de uma pergunta:
Como podemos utilizar as possibilidades da Inteligência Artificial sem perder de vista aquilo que queremos que nossos estudantes aprendam?
É essa reflexão que quero transformar em experiência junto com você nesta primeira turma.
Você terá acesso à experiência completa por um valor especial e poderá contribuir com feedbacks para o aprimoramento das próximas edições — que poderão ter outro formato e outro investimento.
01, 08 e 15 de outubro de 2026 · 19h30 às 21h30
Online e ao vivo · 8h totais (6h síncronas + 2h de atividades práticas orientadas) · Materiais complementares · Certificado de 8h · Gravação: sim
Não. Não é necessário conhecimento técnico prévio — a formação parte dos fundamentos e constrói o repertório ao longo dos encontros.
Sim. O objetivo não é simplesmente ensinar a operar uma ferramenta — vamos trabalhar critérios para selecionar, avaliar e integrar IA à prática pedagógica.
Não. O foco está na decisão pedagógica que vem antes da ferramenta, e não em listas de prompts prontos.
Sim, os três encontros são online e ao vivo, além das atividades práticas orientadas.
Sim, as aulas ficarão gravadas.
A formação foi desenhada prioritariamente para professores, mas também pode ser útil para coordenadores pedagógicos, formadores e outros profissionais envolvidos com ensino e aprendizagem.
Sim, a formação inclui materiais complementares.
São 2 horas de atividades práticas orientadas, nas quais você aplica o que foi vivenciado nos encontros ao seu próprio contexto educacional.
Sim, certificado de 8 horas de formação.
A Inteligência Artificial continuará evoluindo. Novos modelos aparecerão e as ferramentas continuarão mudando. Por isso, talvez a competência mais importante não seja aprender cada nova IA — é desenvolver repertório para:
ANALISAR · ESCOLHER · CRIAR · ENSINAR
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